Gerenciamento de riscos no transporte de cargas de perigosas

Gerenciamento de riscos

Tecnologias voltadas ao gerenciamento de riscos contribuem para prevenir e diminuir o risco no transporte de cargas.

Chegar ao destino sem passar por problemas ao longo do percurso é o objetivo de qualquer pessoa que realiza uma viagem. Para isso, é importante seguir uma série de orientações que envolvem desde o planejamento de viagens, passando pelo controle de cargas, o rastreamento, até o controle da jornada do motorista. Quando se trabalha com cargas de risco, esse cuidado se torna indispensável.

Para fugir de situações inesperadas, é preciso identificar, avaliar e gerenciar potenciais eventos que possam afetar o transporte ao longo de todas as etapas da operação, a fim de garantir a segurança da carga, do veículo, do motorista e dos negócios. Essa é a função do gerenciamento de riscos.

Em todo o mundo, empresas bem-sucedidas no setor de transporte e logística já entenderam o quanto o gerenciamento de riscos é fundamental à movimentação de cargas. E você, já sabe qual a importância dessa estratégia para seu negócio?

O que é gerenciamento de riscos?

O gerenciamento de riscos é um conjunto de ações adotadas para prevenir e diminuir o risco no transporte de cargas. Por meio dele, é possível se proteger de problemas relacionados às operações logísticas e situações inesperadas, como acidentes, roubos e furtos de cargas, avarias, multas ou apreensões.

As ferramentas de gerenciamento de riscos ajudam a empresa a prever todas as etapas da cadeia logística e, assim, desenvolver ações que podem eliminar falhas ou minimizar danos. Por este motivo, o gerenciamento de riscos está diretamente ligado a serviços como informação logística e controle de jornada de motoristas.

Por que fazer o gerenciamento de viagens com cargas de riscos?

O transporte de cargas é uma atividade complexa e exposta a diversos tipos de perigos. Para proporcionar uma entrega de qualidade para o cliente, o gerenciamento de viagens com cargas de risco é uma estratégia eficaz que auxilia as empresas a estabelecerem procedimentos para evitar potenciais ameaças e problemas recorrentes.

A aplicação de tecnologia para esta finalidade ajuda a monitorar todas as etapas operacionais do transporte e aumenta a segurança e a qualidade da viagem, que pode ser feita com mais eficiência, produtividade e custos reduzidos.

Além disso, a implementação de ferramentas para o gerenciamento de riscos para o transporte de cargas pode evitar problemas como:

  1. Imprudência, imperícia e negligência do motorista;
  2. Acidentes em razão da má conservação das estradas;
  3. Roubo de cargas;
  4. Perdas de produtos em razão do manuseio e transporte inadequados;
  5. Atrasos nas entregas;
  6. Gastos e ocorrências prejudiciais à empresa e a seus colaboradores.

Como a Omnidata pode auxiliar na gestão de riscos de suas viagens

Para assegurar a segurança da carga e dos motoristas, a empresa que trabalha com transporte de cargas perigosas deve ter fácil acesso a todos os dados que envolvem a viagem.

Pensando nisso, a Ominidata oferece soluções para auxiliar na prevenção e no gerenciamento de riscos em transporte de cargas perigosas, com aplicativos para coleta e gerenciamento de informações, de forma precisa e segura.

Um dos serviços permite o acompanhamento das jornadas dos motoristas em tempo real, fornecendo informações sobre tudo que acontece ao longo da viagem. A localização, a situação atual dos motoristas e de seus veículos podem ser visualizados em mapas detalhados, e nos registros do Diário de Bordo e Diário de Jornada.

O aplicativo Jornada do Motorista também registra o tempo de condução, os períodos de espera, refeição e descanso dos motoristas, atendendo todas as exigências da Lei do Motorista/Caminhoneiro (Lei n. 13.103/2015). Dessa forma, a escala de motoristas pode ser determinada pelos gestores de forma segura, respeitando o tempo de repouso.

Outra funcionalidade do aplicativo é orientar o motorista sobre aspectos importantes com relação à segurança e prevenção de acidentes no decorrer das viagens. Eles também são notificados em tablets ou smartphones, a respeito de períodos de espera, refeição e descanso.

Saiba como funciona o aplicativo Jornada do Motorista

Facilidade e agilidade com a captação de notas fiscais eletrônicas

O sistema Omnidata Cargo conta ainda com um sistema de captação de nota fiscal eletrônica (NF-e) que auxilia a transportadora fazendo a busca automática de NF-e na Receita Federal.  

Com a captação de NF-e enriquecida, é possível acessar os principais dados para completar o preenchimento do Conhecimento de Transporte (CT-e). Essa facilidade agiliza a emissão do CT-e, já que a quantidade de informações a serem digitadas será menor.

Esse serviço possibilita também que os gestores façam a integração, por API, com sistemas de seus clientes, permitindo o envio de notas captadas para o ambiente deles por e-mail. Os documentos podem ser baixados de forma rápida e segura.

O sistema pode ler as chaves de acesso ao Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) coletado pelo motorista. Dessa forma, torna mais rápida a captação, em tempo real, das NF-es na Receita Federal ou nas Sefaz. A imagem da Danfe pode ser anexada neste processo, facilidade que permite aprimorar a gestão e controle de coletas e entregas.

Saiba mais sobre captação automática NF-es

Esses são alguns dos benefícios do aplicativo Ominidata Cargo. Para saber mais, acesse o link: https://www.omnilink.com.br/portfolio/omnidata-cargo/.

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Saiba tudo sobre as mudanças da NF-e para e-commerce

Com o aumento das vendas on-line, a Secretaria da Fazenda atualizou a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e incluiu mudanças importantes na sua forma de preenchimento.

As vendas pela internet se tornaram a principal alternativa para que empresas e serviços pudessem manter seus negócios nos últimos dois anos. Com as restrições impostas pela pandemia, muitos setores que só atuavam com lojas físicas migraram para as plataformas de comércio eletrônico, gerando novas demandas em tecnologia e soluções automatizadas.

Uma das principais mudanças que essas empresas precisaram implantar foi a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), documento obrigatório para atestar a venda de um produto ou serviço. Recentemente, com o crescimento das vendas feitas de forma não presencial, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) resolveu atualizar a NF-e e implementou mudanças importantes que entrarão em vigor em abril de 2022.

Qual a importância da Nota Fiscal Eletrônica?

A nota fiscal traz credibilidade para o negócio, já que a emissão do documento é a prova de que uma empresa paga seus tributos corretamente.

Esse documento fiscal é fundamental para que a empresa tenha um registro de suas vendas e para a prestação de contas e comprovações na hora de pagar impostos, além de reduzir custos e processos burocráticos.  

Toda empresa deve emitir a nota fiscal ao fazer uma operação de negócios, independentemente do valor do produto ou serviço. A única exceção é para o Microempreendedor Individual (MEI), que não precisa emitir a nota quando o consumidor for uma pessoa física.

O consumidor tem, garantido por lei, o direito de pedir e receber a nota fiscal. Somente por meio dela é possível obter benefícios como suporte técnico em assistências, garantia de trocas e devoluções, ou crédito fiscal.

A implantação da NF-e substituiu a tradicional nota de papel e facilitou o acompanhamento dos setores de atacado e varejo pela Sefaz.

Quais os motivos para as alterações na NF-e? Qual é o impacto para os e-commerces?

Para que o processo de emissão de NF-e continue transparente para todas as partes envolvidas e traga mais segurança para o consumidor, a Secretaria da Fazenda emitiu uma Nota Técnica com atualizações para o documento.

A mudança também foi motivada pelo crescimento do varejo brasileiro, que, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, ganhou mais de 135 mil lojas eletrônicas desde março de 2020.

Todas as empresas precisam se adequar à atualização. Quem vende seus produtos no comércio virtual, precisará implantar atualizações da operação em plataformas de vendas, e-commerces, hubs, e adequar os marketplaces e ERPs. Além dos e-commerces, haverá novos campos de preenchimento obrigatórios para empresas que realizam operações específicas.

No caso dos marketplaces, eles deverão permitir que todos os dados de pagamento de uma determinada transação sejam acessados pelos vendedores e ERPs utilizados por eles. Caso as empresas que realizarem vendas on-line em marketplaces que não estiverem adequadas dentro do prazo, poderão ser impedidas de gerar notas fiscais no sistema de gestão.

Principais alterações na NF-e

Uma das novidades é a identificação do intermediador das operações. De acordo com a Sefaz, o termo refere-se à empresa que presta serviço ou agencia negócios por intermédio de uma transação comercial. É o caso dos marketplaces, plataformas de delivery, entre outros.

Confira abaixo as 5 novas regras para emissão de NF-e de vendas realizadas em e-commerces:

  • Identificação da operação de vendas: informar se foi realizada por meio de e-commerce próprio ou de um intermediador/marketplace.
  • Identificação do intermediador da operação de pagamento: citar quem foi o responsável pela transação financeira, podendo ser o próprio marketplace ou uma empresa terceira;
  • Informar a instituição de pagamento, se utilizado cartão: neste campo será informada a bandeira do cartão utilizado;
  • Informar o número da autorização da operação de cartão de crédito para cada venda;
  • Informar o meio de pagamento utilizado, que agora contempla: depósito bancário, PIX, transferência bancária, carteira digital, programas de cashback, créditos virtuais e programas de fidelidade, além dos tradicionais boleto bancário e cartão de crédito/débito.

Outra mudança inclui novos campos a preencher, de acordo com as operações que a empresa realiza:

  • Operações presenciais (código 1);
  • Operação não presencial, pela internet (código 2);
  • Operação não presencial, teleatendimento (código 3);
  • NFC-e em operação com entrega em domicílio (código 4);
  • Operação não presencial, outros (código 9).

Veja quais são as três principais alterações na NF-e em itens já existentes e como preenchê-las:

  • Alteração no campo YA05

Agora, neste campo, além do CNPJ da instituição de pagamento, adquirente ou subadquirente, você deve informar o CNPJ do intermediador de pagamento da operação, caso ela seja processada por ele.

  • Alteração no campo YA02

Novos códigos foram criados para informar o método de pagamento utilizado. O código 16 refere-se ao depósito bancário, o 17 ao PIX, o 18 para transferência bancária ou carteira digital e o código 19 para pagamento por programa de fidelidade, cashback ou crédito virtual.

  • Inclusão do grupo Yb

Este campo deverá conter as informações do intermediador da transação, ou seja, o CNPJ e o idCadIntTran, que é o identificador cadastrado no intermediador, devendo ser inserido o nome do usuário ou a identificação do perfil do vendedor no site do intermediador.

A Nota Técnica 2020.006 versão 1.20 está disponível no Portal da Nota Fiscal Eletrônica.

Automatização de nota fiscal

Com as mudanças previstas para a NF-e, empresas precisam implantar soluções que facilitem a emissão, controle e acesso de suas notas fiscais. Para isso, existem sistemas automatizados que simplificam a emissão de NF-e, ou outros que agilizam a captação de NF-e.

A Omnidata auxilia empresas nessa atividade, com uma solução que automatiza a captação de NF-e nos sistemas da Receita Federal ou das secretarias da fazenda. A ferramenta também reduz o tempo de emissão e a necessidade de digitação do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-es). Saiba mais sobre essa solução no site: https://www.omnidata.com.br/transporte-de-cargas/captac%cc%a7a%cc%83o-e-coleta-de-nf-e/

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Hiperautomação: você está pronto para essa tendência?

A hiperautomação está entre as tendências tecnológicas que prometem trazer mais assertividade, agilidade e eficiência nos processos.

As novas demandas geradas a partir da pandemia aceleraram o processo de transformação digital em empresas de todos os portes e segmentos, proporcionando novas oportunidades de inovação.

Novas soluções tecnológicas foram desenvolvidas para atender a um mercado que exige mais agilidade, assertividade e eficiência nos processos, e que busca aprimorar a forma de se conectar com clientes, fornecedores e parceiros. 

Recentemente, a consultoria americana Gartner elencou algumas das principais tendências tecnológicas para o ano de 2022, consideradas fundamentais para resolver desafios e impulsionar o crescimento dos negócios.

Entre as tecnologias citadas, destacam-se aquelas que combinam ferramentas de inteligência artificial nos processos empresarias, como é o caso da hiperautomação. Esse conceito tem ganhado força, mas você sabe o que ele significa?  Acompanhe.

O que é a hiperautomação?

Também conhecida como automação inteligente, a hiperautomação é o uso de tecnologia de automação para agilizar o maior número possível de processos em uma organização, com o uso de diferentes tecnologias, trabalhando em conjunto e de forma integrada.

A hiperautomação permite que processos repetitivos sejam executados sem intervenção manual. Para isso combina, de forma simultânea, tecnologias como a Automação Robótica de Processos (RPA), o Aprendizado de Máquina (Machine Learning) e a Inteligência Artificial (IA) – que trabalham em harmonia para automatizar até mesmo os processos mais complexos.

Conceitos importantes da automação inteligente

Conheça os cinco conceitos-chave que guiam o processo de hiperautomação:

  • Automação de processos – Consiste em aliar a tecnologia às atividades cotidianas da empresa, transformando em etapas um processo que antes era executado manualmente, trazendo mais produtividade e eficiência.
  • Abordagens de Low Code – São metodologias que facilitam o desenvolvimento de softwares nas empresas, permitindo aos programadores criar aplicações com o mínimo de código possíveis, para que o usuário possa utilizar de forma simples e rápida.
  • Inteligência Artificial (IA) – Tecnologia que utiliza a programação de dados para imitar, em máquinas e dispositivos eletrônicos, o comportamento de humanos para executar tarefas e tomar decisões.
  • Fluxo Automatizado É a utilização de ferramenta automatizada para controlar os fluxos da empresa, por exemplo, executar, organizar e padronizar etapas de fluxos de trabalho, tarefas e prazos.
  • Serviços Cognitivos – Machine Learning – Os serviços cognitivos são capazes de simular o processo do pensamento humano, como entender, deduzir, concluir ou dar sentido a uma série de informações. Já o Machine Learnig é uma área da IA que cria algoritmos para ensinar uma determinada máquina a desempenhar tarefas como humanos.

Mas por que a hiperautomação tem sido tão importante hoje em dia?

A hiperautomação é uma das bases para a transformação digital nas empresas. Ao possibilitar a automação de tarefas repetidas que exigem esforço manual, ela contribui para que as organizações alcancem resultados mais rápidos e eficientes.  

No dia a dia da empresa, essa tecnologia facilita os processos para seus gestores e colaboradores, ajudando a minimizar os erros, reduzir custos operacionais e, principalmente, contribuindo para ampliar os resultados dos negócios. Além disso, ajudar a eliminar e melhorar problemas operacionais, como ineficiências, erros de processamento manual e outros gargalos que criam desafios para a maioria das empresas.

Ao gerar informações mais assertivas e aprofundadas, a hiperautomação orienta a tomada de decisões a partir de análises de dados que mapeiam toda a jornada do cliente e o fluxo de trabalho dos colaboradores. Os gestores também podem contar com novos recursos capazes de identificar, priorizar e monitorar os processos automatizados de maneira unificada.

Como implantar a automação inteligente na empresa?

A hiperautomação é uma tendência tecnológica fundamental para organizações de diversos portes que querem se tornar mais competitivas no mercado. Para implantar a automação inteligente, é preciso, antes de tudo, realizar um diagnóstico para identificar qual a melhor solução, de acordo com o perfil de necessidade da organização.

A Omnidata desenvolve ferramentas que podem captar informações de várias fontes, sem aplicativos, com usabilidade e sem atritos, com o preenchimento automático de campos a partir da validação automática de documentos.  

É possível desenvolver desde uma solução simples, como uma aplicação específica para solucionar um problema de integração, até sistemas baseados em Inteligência Artificial (IA), como a hiperautomação, usando ferramentas como redes neurais.

Confira aqui algumas aplicações: https://www.omnidata.com.br/tratamento-de-dados/. Conte com a gente!

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